Slide 01 · Visão geral
Orquestra reúne agentes, governança e modernização no mesmo fluxo operacional.
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Em uma frase
Plataforma local-first para modernizar legado, acelerar novos sistemas e manter trilha auditável.
Fluxo base
sync -> start -> exec -> validate -> commit -> push
Eixo 1
Modernização de sistemas legados
Conduz intake, discovery, docs assist, models, database plan, analysis, roadmap e app factory com rastreabilidade de ponta a ponta.
Eixo 2
Aceleração de desenvolvimento
Reduz setup, scaffolding, definição de stack, padrões institucionais e entrega de novos sistemas por meio de fábrica e agentes.
Narrativa do produto
Como o Orquestra foi feito e por que ele existe
O produto nasceu para trocar dispersão por fluxo observável. Em vez de chat solto, scripts soltos e decisões sem trilha, ele centraliza operação, contexto e artefatos em uma engine única, consumida por interfaces diferentes.
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Princípio
Local-first real
Estado, sessões, runs e auditoria ficam no workspace local, inclusive em rede corporativa restrita.
Arquitetura
Core único, interfaces múltiplas
O comportamento vive em packages/core e é consumido por desktop Windows, API HTTP e CLI.
Operação
Execução observável
SSE, tool calls, file changes, retries, terminal observado e timeline colocam o agente dentro de trilha auditável.
Estratégia
Dois eixos, uma mesma engine
A plataforma atende à modernização de legado e à aceleração de desenvolvimento com o mesmo fluxo central.
Arquitetura base
01
Desktop Windows
Tauri + React + TypeScript como shell principal de operação.
02
API HTTP
Node.js expondo workflow, agentes, portfólio, fábrica e modernização.
03
packages/core
Workflow, Git, TFS, sessões de agentes, portfólio e pipeline de modernização.
04
Estado local
SQLite em .orquestra/state.db como fonte operacional para contexto, histórico e auditoria.
Foco estratégico
Dois eixos claros, sem perder coerência operacional
O Orquestra conecta modernização de legado e aceleração de desenvolvimento em uma mesma engine, com workflow governado e capacidade de auditar o que foi pedido, executado e produzido.
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Eixo 1
Modernização de sistemas legados
Conduz intake, discovery, docs assist, models, database plan, analysis, roadmap e app factory com rastreabilidade de ponta a ponta.
Eixo 2
Aceleração de desenvolvimento
Reduz setup, scaffolding, definição de stack, padrões institucionais e entrega de novos sistemas por meio de fábrica e agentes.
Times de engenharia que modernizam legado mainframe, Oracle, IMS e similares.
Arquitetos e analistas que precisam gerar artefatos técnicos e decidir a stack alvo.
Tech leads que querem governança sobre repositórios, agentes e entregas.
Gestores que precisam de portfólio, histórico de execução e visão consolidada.
Como trabalhar com ele
A plataforma funciona melhor quando segue um fluxo disciplinado
A operação recomendada parte de evidência concreta, fecha direção na Fábrica e usa Agentes para executar com contexto. Isso reduz improviso, aumenta reutilização e melhora a qualidade das saídas.
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workspace local -> perfil -> contexto -> Fábrica -> Agentes -> Review
Passo 01
Abrir o workspace certo
A operação parte de uma pasta local real, com código, documentos, banco e artefatos concretos do projeto.
Passo 02
Escolher o perfil
Mainframe, Oracle Forms ou Genérico. O perfil define a trilha, os artefatos e o tipo de assistência esperada.
Passo 03
Estruturar o contexto
Migração, ER/Studio e docs assist ajudam a transformar evidência bruta em insumos mais utilizáveis.
Passo 04
Fechar a direção na Fábrica
Stack, arquitetura, dados, auth, deploy, uso de LLM e artefatos de saída viram um blueprint executável.
Passo 05
Executar com agentes
Sessões observáveis por workspace permitem implementar, revisar, gerar código, rodar comandos e iterar com contexto persistente.
Passo 06
Validar e fechar
Review por trilhas fecha código, consistência, design, segurança, testes e DevOps antes do push.
Mainframe
Esteira determinística de modernização, com intake, pipeline, histórico de runs e artefatos estruturados.
Oracle Forms
Extração, normalização e consolidação de forms, navegação, PL/SQL, schema e baseline reutilizável.
Genérico
Casos fora da esteira COBOL, com mais peso em agentes, fábrica e evolução guiada de software.
Entrada e saída
O valor da plataforma depende da qualidade do insumo e da clareza do resultado
O Orquestra trabalha melhor quando recebe workspace real, documentos, artefatos de banco e restrições concretas. Em troca, produz runs, blueprints, relatórios e histórico operacional reutilizável.
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Entrada esperada
Saída gerada
Capacidades
O produto já cobre workflow, modernização, fábrica, agentes e observabilidade
A capacidade real aparece quando cada parte devolve artefatos para a seguinte e todas compartilham o mesmo contexto operacional.
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Workflow governado
sync -> start -> exec -> validate -> commit -> push com trilha local e alinhamento a Work Items.
Sessões observáveis
Histórico por workspace, anexos, tool calls, retries, stream SSE, terminal e file changes.
Pipeline de modernização
Esteira determinística com apoio de LLM apenas onde interpretação agrega valor.
Fábrica de aplicações
Blueprints para stacks modernas, com auth, deploy, dados, UX e artefatos de implementação.
Governança Git
Fluxo operacional integrado a branch, validação, commit, preview de push e políticas locais.
Terminal observado
Execução local monitorada, com base para reduzir ruído, recuperar bruto e orientar decisões do agente.
Oracle offline
Extrator de dumps Oracle exp sem Oracle instalado, produzindo manifesto JSON e CSVs validados.
Operação em rede fechada
Local-first, offline e sem dependência estrutural de SaaS para o funcionamento cotidiano.
Agentes e swarm
O agente é uma sessão operacional com memória, ferramentas e evidência
Hoje o modelo mais seguro é coordenar agentes por especialização e etapa, não pedir tudo a uma única sessão monolítica. O repositório já prevê batch por sessão e trilha completa de eventos; multiworkspace e fila distribuída aparecem como evolução natural no roadmap.
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Como uma sessão funciona
Etapa 01
Sessão por workspace
Cada sessão fica vinculada ao repositório e reaproveita contexto, histórico e estado local daquele trabalho.
Etapa 02
Mensagem com contexto e anexos
Texto e arquivos entram como input controlado, com limites definidos para manter a sessão operacional.
Etapa 03
Rounds de ferramentas
O agente executa tool calls em rounds observáveis, com stream SSE e eventos granulares de thinking, ferramentas e arquivos.
Etapa 04
Fechamento com evidência
Saídas, alterações, terminal e timeline ficam rastreados; o resultado não some em chat sem memória operacional.
Swarm operacional
Uma composição prática é dividir o trabalho entre papéis especializados: planejar, implementar, validar e consolidar. Isso reduz contexto concorrente dentro da mesma sessão e deixa cada rodada mais curta, objetiva e auditável.
Papel 1
plan
Organiza escopo, riscos, dependências e a menor mudança testável antes de abrir execução pesada.
Papel 2
implement
Produz código, artefatos e ajustes com foco em uma fatia concreta do problema.
Papel 3
validate
Roda checagens, testes e leituras de disconfirmação para provar ou refutar a hipótese de trabalho.
Papel 4
commit
Consolida a entrega quando os checks passam e a mudança está coerente com governança e rastreabilidade.
Na apresentação, trate swarm como coordenação de sessões e papéis especializados. Onde o repositório já suporta batch por sessão e requestIds rastreáveis, o roadmap adiciona multiworkspace e fila distribuída para ampliar o paralelismo com governança.
Redução de custos
Agentes custam menos quando recebem menos ruído e mais decisão pronta
A plataforma já nasce com mecanismos para evitar desperdício: estado local, esteiras determinísticas, artefatos de Fábrica e batch por sessão. O plano do desktop ainda adiciona filtros semânticos de comando e recuperação de bruto para cortar token desperdiçado em logs.
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Use código para o que é determinístico
Quanto mais a esteira resolve em código, menos tokens são gastos com decisões repetitivas que não precisam de LLM.
Reaproveite o contexto local
Persistência local evita reconstruir contexto a cada rodada e reduz dependência de históricos espalhados em outras ferramentas.
Coordene batches e especialização
O core já prevê batch por sessão; agrupar tarefas repetitivas e especializar papéis reduz round trips e retrabalho.
Reduza ruído do terminal
O plano do desktop mira filtros semânticos, spill do bruto e métricas locais para cortar tokens desperdiçados em logs longos.
Suba contexto de alta densidade
Documentos, banco, modelos e um bom blueprint reduzem improviso. Menos chute significa menos retries e menos token queimado.
Feche com review
Revisão por trilhas corta iteração vazia e desloca o custo da conversa para uma etapa de verificação objetiva.
Roteiro de demo
Sequência sugerida para uma apresentação executiva ou técnica
Se você precisar conduzir a fala em quinze minutos, esta ordem reduz dispersão e mostra valor rápido sem cair em detalhe antes da hora.
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02 min
Problema e tese do produto
Comece mostrando a dispersão de conhecimento, artefatos e execução em times de engenharia, e o porquê do local-first.
03 min
Arquitetura enxuta
Mostre desktop Windows, API, core e SQLite local como uma stack que troca interfaces sem perder a fonte de verdade.
04 min
Fluxo operacional
Apresente o caminho workspace -> perfil -> contexto -> Fábrica -> Agentes -> Review.
03 min
Agentes e swarm operacional
Explique sessão observável, papéis especializados, batches e como evitar um agente monolítico tentando resolver tudo sozinho.
03 min
Saídas e ROI
Feche com artefatos concretos, trilha auditável e formas de reduzir custo de token, retrabalho e dependência de conhecimento tácito.
Mensagem final
O valor do Orquestra é transformar contexto disperso em operação rastreável.
Se a audiência sair entendendo que a plataforma reduz improviso, aumenta governança e usa agentes dentro de um método claro, a apresentação cumpriu o papel.